terça-feira, 1 de setembro de 2020
Discernimento Espiritual
sábado, 1 de agosto de 2020
Ser Feliz
É curioso perceber que temos os dois lados, pessoas com doenças como câncer e até mesmo as contaminadas pelo corona vírus, fazendo de tudo para sobreviver; e por outro lado temos pessoas sadias fisicamente mas não psicologicamente, pensando em desistir de tudo.
sábado, 27 de junho de 2020
Criador e Criatura
O ser humano é um ser extremamente autoritário, onde tudo deve ser do seu jeito, nem que para isso ele tenha que criar termos, conceitos ou teorias que não existiam e que continuam não existindo, pois para ele não existe necessariamente certo ou errado , então tentamos encontrar uma forma de conseguir justificar e impor a nossa "vontade suprema", transformando o injustificável em verdade absoluta, e com isso distorcer a ciência, como nas ciências humanas e biológicas.
O pior é quando a ciência passa a ser absoluta só quando nos convém, porque quando vai de desencontro as nossas vontades ela é ignorada.
Nos importamos única e exclusivamente com o nosso bem estar, nos vemos como a criação suprema do universo, nos sentimos livres para ser e fazer o que quisermos, afinal de contas isso que é imposto a nós hoje em dia: "façamos nossas próprias regras."
O fato é que existe um criador diante de tudo isso, não surgimos do nada e mesmo que tivéssemos surgido do famoso big bang, alguém teria que o criar para acontecer a explosão.
Não a lógica a criatura ser soberana ao criador, precisamos quebrar nosso orgulho e reconhecer com humildade que devemos sim seguir regras que por muitas vezes não entendemos o porquê são impostas, mas por confiança, obediência e amor ao criador supremo, temos que segui-las.
Nossa natureza é cruel, e por esse motivo o criador criou algumas regras, não por autoritarismo, mas porque ele nos ama e quer nos proteger de nós mesmos; como um pai protege seu filho.
Quando esse "bem estar" é tirado de nós agimos como crianças mimadas, e nos rebelamos contra o nosso criador, pois temos vontade de fazer aquilo, mas não o podemos fazer, então vem as tentações e os problemas; pedimos para o criador nos livrar mas nem sempre somos atendidos, pois ele só faz se ele quiser, como ele quiser e quando ele quiser simplesmente porque ele sempre será soberano a nós criaturas.
Será que somos capazes de abandonar até mesmo nossos desejos carnais por amor e obediência ao criador? aquele que deu seu filho para morrer em uma cruz e salvar-nos da morte por amor a nós, mesmo sabendo que ele não precisa de nós para continuar sendo Deus, mas nós sim precisamos dele para continuarmos vivos.
Infelizmente não conseguimos enxergar nossa fragilidade e o quanto somos limitados, até mesmo por dependermos dos recursos naturais para nos mantermos vivos: como a água, oxigênio, temperatura suportável, alimento entre outros, provando que não conseguimos sobreviver por nós mesmos. Nem o controle sobre a morte possuímos, seja por uma simples queda ou por qualquer outro motivo e que mesmo assim nos dá esta falsa sensação de que somos o centro do universo, e que temos o direito de modificar e ditar regras que já foram criadas pelo criador antes mesmo de ter nos criado e que só existimos porque esse mesmo criador nos criou, pois também não somos capazes de trazer a vida a nós mesmo e muito menos de sermos imortais.
Talvez quando o ser humano for capaz de dar a vida a si mesmos e se manter vivo sem depender de outros fatores, se tornando auto suficiente, ele poderá criar seu próprio mundo e ditar suas próprias regras; algo que jamais acontecerá.
Deus só quer de nós três coisas; que adoremos somente a ele, que obedecemos suas regras (a palavra) e que o servimos, motivos pelos quais fomos criados.
Essa pandemia veio para nos mostrar que o único que detém o controle do universo é Deus, que o mundo gira ao redor do criador e não o criador ao redor do mundo, que somos totalmente dependentes dele e que não fomos e nem somos nada perante ao criador de todas as coisas; mas se a humanidade se arrepender, o buscar e lhe obedecer, dias melhores virão.
quarta-feira, 22 de janeiro de 2020
Salvação não vem de berço
Muitas famílias de berço evangélico veem a religião como um estilo de vida e acabam se acomodando em suas bolhas, por se acostumarem a ver seus pais desde cedo a adotarem toda semana uma rotina de idas e vindas a igreja, rotina essa que é passada de geração em geração.
Por sempre estarem compromissados com alguma programação ou cargo de liderança, muitos esquecem do mundo real e seguem enfurnados em suas igrejas, não dando a devida atenção aos problemas dentro da própria família, abrindo caminho a religiosidade.
Muitos não conseguem demonstrar amor
e compaixão aos seus familiares, esquecendo o verdadeiro significado do evangelho de Cristo, onde diz como segundo mandamento que devemos amar nosso próximo como a nós mesmos; mancham o nome de jesus e servem como pedra de tropeço a famílias que ainda não conhecem a Cristo.
Nos fazem perceber que até famílias não evangélicas tem uma relação mais harmoniosa com os seus.
Essa religiosidade acaba sufocando e afastando de Deus pessoas do próprio vinculo familiar, uma vez que não é vivido e muito menos demonstrado o que se prega, apenas vivem um evangelho de hipocrisia.
terça-feira, 27 de agosto de 2019
Esquerda x Direita
terça-feira, 4 de junho de 2019
Educação de qualidade para todos e não para poucos.
quarta-feira, 25 de julho de 2018
O problema não é o Brasil, e sim os brasileiros
Reclamamos de tudo e de todos, queremos muito mais direitos sendo que não fazemos o mínimo do nosso dever de sermos educados e honestos, dever primordial de todo ser humano.
Podemos observar que tudo está enraizado no brasileiro, seja culturalmente ou moralmente falando. sabemos também que existem pessoas na sua grande minoria, que conseguiriam fazer do brasil um país melhor, independente de classe social ou grau de escolaridade; mas isso não adianta, pois o brasileiro na sua grande maioria não tem o mesmo pensamento e atitude da minoria. Podemos observar o mesmo na política, não adianta meia dúzia trabalhar, ser honesto porque não se faz política com meia dúzia de políticos.
Profissionais da educação estão cada vez mais desgastados física e emocionalmente, por ter que exercer a função de pais que não querem saber de educar seus filhos, só sabem cobrar a escola e o estado, recebem quase tudo gratuitamente e nunca é o suficiente, estão mal acostumados, sem se preocupar em dar valor ao que já é oferecido, fato que até tempos atras não era. Se esquecem de cumprir suas obrigações como pais, pois a função principal do professor é ensinar e não educar. Também não valorizam o professor de seus filhos, muitas vezes passam a dar mais trabalho que os próprios alunos, não tendo maturidade nem autoridade para educara-los. Também existem casos mais severos, de famílias totalmente desestruturadas sem nenhuma condição de criar seus filhos, devido a diversos fatores sociais.
Isso nos faz compreender o porquê as crianças estão cada dia mais indisciplinadas e consequentemente saindo do ensino básico sem saber ler e escrever, sem nenhuma perspectiva de futuro; se o professor não for ouvido pelos governantes, claro sem a militância da classe profissional, e se os pais não forem parceiros da escola e dos professores, em uma parceria que continue em casa pelo bem e eficácia da educação de seus filhos; daqui a menos de 15 anos, não haverá mais profissionais dispostos a trabalhar na educação, e os próprios pais irão ter que exercer essa função.
Por esse e muitos outros motivos, podemos dizer que o brasil não será um país de primeiro mundo, por exemplo, muitos não veem programas sociais como uma ajuda de custo, um auxílio temporário até que o desempregado volte ao mercado de trabalho e possa ter de volta o seu auto sustento. Muitos preferem viver suas vidas produtivas as custas do governo, se entregando ao sistema socialista governamental.
Critérios equivocados para se receber o auxílio financeiro, são um incentivo a se manter desempregado e a ter filhos sem planejamento e responsabilidade; com isso a criança que está por vir acaba sendo a maior vitima, pois está vindo para uma família sem estrutura alguma para lhe receber, mostrando claramente que a intenção é receber o dinheiro, pois com 600 reais por mês, mais 4 filhos, já se tem um salario mínimo, não tendo praticamente gasto relevantes com a criança, a maioria das coisas são oferecidas gratuitamente pelo estado.
Por esses critérios, quem recebe auxílio acaba ganhando mais do que quem está empregado, e quem está empregado é quem mantem esses programas, pois o governo não gera receita, quem sustenta o governo é o trabalhador. É fundamental que isso seja revisto e que a quantidade de filhos não seja mais levado em conta, assim também, que beneficiários de programas governamentais estejam a disposição das prefeituras de suas cidades para trabalhar nas repartições publicas, contribuindo com a diminuição de gastos com o funcionalismo publico.
Excesso de programas assistencialistas não geram receita, pelo contrário, só aumento de gasto; mas a questão é que a falta desses programas também não gera voto.
É preciso criar programas que incentive a geração de renda, ou seja, que gere emprego, e com isso possa dar uma qualidade de vida melhor a quem realmente necessita, sem precisar depender totalmente do governo.
Com tudo, não devemos sair militando como se a culpa e obrigação fosse somente do governo; "militar" é fazer algo concreto que traga mudança, que faça a diferença na sociedade, usando de ferramentas que nos faça sair do nosso comodismo e não apenas jogar criticas ao vento; cada um precisa fazer a sua parte se criticar resolvesse, tudo já estaria resolvido.
O movimento feminista, por exemplo, fariam muito mais a diferença em prol da mulher, se criassem parcerias com empresas que se transformassem em programas que permitissem a inserção da mulher no mercado de trabalho, empreendedorismo, assim como distribuição de absorventes e métodos contraceptivos gratuito, também através de palestras que possam incentivar o interesse de mulheres pela política, entre muitas outras atitudes. Esse movimento faria sentido e teria um objetivo a ser alcançado, porém só vimos pregar a rivalidade entre mulheres e homens, além de se fazerem de sexo frágil quando lhes convém, quando não, se fazem de empoderadas.





